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A geração de energia solar fotovoltaica em flutuadores instalados em reservatórios pode compensar a subprodução em hidrelétricas. Isso é o que aponta o documento “Sistema fotovoltaico flutuante como via alternativa para a subprodução da barragem na Amazônia”, publicado recentemente na Renewable and Sustainable Energy Reviews e divulgado pelo site PV Magazine. O estudo, realizado por pesquisadores da Michigan State University, avaliou o potencial de usinas fotovoltaicas flutuantes em escala no Brasil.

Conforme a publicação, um investimento significativo em projetos de geração de energia solar fotovoltaica em reservatórios melhoraria a confiabilidade geral do sistema, como também daria às geradoras mais flexibilidade para despachar água em períodos de pico. Isso poderia ajudar o País a aumentar a capacidade de geração de energia elétrica sem a necessidade de construir novas barragens, aproveitando, inclusive, a mesma infraestrutura de transmissão já existente.

A matriz hidrelétrica possui atualmente 109,1 gigawatts (GW) de capacidade instalada, com previsão de aumento para 114,4 GW até 2023. Todavia, os períodos de secas severas registrados nos últimos anos levaram o governo a investir em outras fontes, como em energia solar fotovoltaica e eólica, que não possuem esse tipo de desvantagem. O Brasil tem capacidade de geração total – incluindo todas as fontes de energia – de aproximadamente 161,1 GW, o que revela preocupação, uma vez que as hidrelétricas correspondem por uma grande quantidade da eletricidade do País, mas sofrem subprodução de aproximadamente 12 GW devido às secas.

Ao instalar um sistema fotovoltaico em flutuadores sobre a superfície da lâmina d’água, a produção de eletricidade solar utiliza a mesma infraestrutura de transmissão da hidrelétrica, como também poderia dar aos operadores de usinas a capacidade de usar seus projetos como forma de armazenamento de energia a ser despachada de uma forma que possa compensar a produção variável de fonte solar.

Os pesquisadores avaliaram a adequação dos sistemas fotovoltaicos flutuantes em reservatórios com capacidades nominais iguais às capacidades de subprodução relatadas. O estudo aponta que a energia solar fotovoltaica em reservatórios é a solução ideal devido ao fator de capacidade, correlação com a carga e alto potencial de produção durante períodos de alta demanda. Com a geração fotovoltaica, a probabilidade de perda de carga pode melhorar 55,5%, revela a pesquisa.

Já há algumas usinas solares instaladas em reservatórios no País, como, por exemplo: em Sobradinho, na Bahia, que possui uma usina solar flutuante de 1 megawatt (MW); e na represa Bilings, localizada na região metropolitana de São Paulo.

Energia solar fotovoltaica SunVolt

A tecnologia fotovoltaica depende somente da irradiação solar, sendo que todo o território brasileiro registra ótimos níveis de incidência solar, ideais para a produção de eletricidade a partir do sol. Logo, o investimento na fonte solar garante maior segurança energética, amplia a geração renovável na matriz elétrica brasileira e estimula todo o mercado fotovoltaico.

Se você quer aproveitar todas as vantagens da energia solar e reduzir suas contas de luz em até 98%, valorizar o seu imóvel ainda contribuir para um mundo mais verde e sustentável, invista já em um sistema fotovoltaico. Tenha painéis solares instalados no telhado da sua casa, empresa ou propriedade rural e comece a gerar a sua própria eletricidade para autoconsumo da sua família ou atividade profissional.

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Fontes: ‘https://www.pv-magazine-latam.com/brasil-noticias/fv-flutuante-para-compensar-o-baixo-desempenho-da-energia-hidreletrica-no-brasil/’

‘https://cleantechnica.com/2020/09/14/somethings-up-with-solar-panels-hydropower-energy-storage-too/’

Fonte da imagem: ‘http://portuguese.people.com.cn/NMediaFile/2019/0806/FOREIGN201908061645000149303400545.jpg’

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