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O estado de São Paulo terá o primeiro Arranjo Produtivo Local (APL) do Brasil para incentivar a geração de energia solar fotovoltaica e energia eólica. O governo do Estado oficializou o lançamento do 1º APL voltado às renováveis durante solenidade na sede do Ciesp de Sorocaba, com objetivo de reunir empresas do setor renovável da região de Sorocaba – local de grande concentração de empresas multinacionais do setor de energia solar fotovoltaica e eólica – para expandir o mercado renovável no estado.

A iniciativa foi anunciada pelo subsecretário de Energias Renováveis da Secretaria de Energia e Mineração de São Paulo, Antonio Celso de Abreu Jr. O governo planeja reforçar a articulação, interação, cooperação e aprendizagem entre as empresas de energia solar fotovoltaica e eólica com o governo, associações empresariais, instituições de crédito, ensino e pesquisa. Sorocaba é um dos principais polos de fabricantes de equipamentos fotovoltaicos em São Paulo e possui 98 instalações de energia solar fotovoltaica com potência instalada de 482 quilowatts (kW).

A primeira reunião de articulação do grupo multisetorial aconteceu em abril de 2016 na sede da Investe São Paulo, que contou com a presença das principais fabricantes e instituições do setor de geração de energia elétrica renovável da região de Sorocaba. Até junho de 2018 já foram realizadas 22 reuniões de trabalho do grupo. Dentre as cerca de 25 empresas de Sorocaba que participarão do Arranjo Produtivo Local estão a Canadian Solar, uma das maiores fabricantes de painéis fotovoltaicos do mundo, a Wobben Windpower, produtora de componentes e aerogeradores eólicos, e a Tecsis, fabricante de pás eólicas. Prysmiam e ABB são outras empresas fabricantes de componentes e sistemas renováveis que integram o grupo.

Energia solar em São Paulo

Em agosto de 2015, o governo de São Paulo publicou dois decretos, que incentivam a produção de energia solar fotovoltaica através de mini e microgeração distribuída no estado. O decreto nº 61.439/2015 concede isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a energia elétrica solar fornecida pelos minigeradores e microgeradores na quantidade correspondente à energia elétrica injetada na rede de distribuição. O segundo decreto, nº 61.440/2015, concede a isenção do ICMS das partes e peças de geradores fotovoltaicos

O estado de São Paulo vem ampliando a participação da fonte solar fotovoltaica em sua matriz energética, criando medidas de incentivo e agora o Arranjo Produtivo Local. Atualmente, a capacidade instalada de energia solar fotovoltaica em São Paulo é de aproximadamente 60 megawatts (MW).

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Fontes: ‘http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/sp-tera-primeiro-arranjo-produtivo-local-do-brasil-voltado-energias-renovaveis/’

‘http://canalenergia.com.br/noticias/53066094/sao-paulo-tera-arranjo-produtivo-voltado-a-geracao-renovavel’

‘https://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2018/06/energia-renovavel-tera-o-primeiro-arranjo-produtivo-local-brasil/34202’

‘http://jornaldiadia.com.br/2016/?p=453167’

Fonte da imagem: ‘https://www.ambienteenergia.com.br/wp-content/uploads/2016/11/energia-solar.jpg’

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