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A agência da Capitania dos Portos em Tramandaí, município localizado no litoral norte do estado do Rio Grande do Sul, tornou-se pioneira no uso de energia solar fotovoltaica. Segundo informações divulgadas pela Marinha do Brasil, através do Ministério da Defesa, a agência terá suas atividades abastecidas pela energia solar fotovoltaica gerada por meio dos painéis solares instalados no telhado da instituição. Assim, a organização militar passou a integrar o grupo de microgeradores de energia no País e, consequentemente, vai economizar nas contas de luz e contribuir para um meio ambiente mais sustentável.

Foram instalados 74 painéis fotovoltaicos, com capacidade de geração de 20 quilowatts (kW), o que poderá resultar em uma economia de até 95% nas tarifas de energia elétrica da instituição portuária. O sistema fotovoltaico capta a irradiação solar e a transforma em energia elétrica para autoconsumo local. Caso a eletricidade solar gerada pelo sistema fotovoltaico não seja consumida imediatamente, ela é injetada na rede de transmissão local e se transforma em créditos de energia, que poderão ser usados para abatimentos nas contas de luz posteriores.

A usina de microgeração distribuída de energia solar fotovoltaica foi instalada no telhado das áreas destinadas ao estacionamento da agência e demandou investimento de aproximadamente R$ 80 mil. A microusina fotovoltaica está em operação desde março deste ano e faz parte do programa “Energia da Armada do Brasil” – Projeto CON Energia –, que consiste em incentivar organizações militares a seguir estratégias de redução de custos com energia elétrica, como também impulsionar o uso de energia renovável.

De acordo com o comandante da agência portuária no litoral gaúcho, o capitão da Corveta Darcy da Cunha Dalbon, a fonte solar fotovoltaica já era parcialmente adotada em outras organizações militares no País, porém, não totalmente. A expectativa dele é que a iniciativa sirva de exemplo para outras agências. “Com a experiência de Tramandaí, as novas unidades devem adotar o modelo”, afirmou o capitão ao site PV Magazine.

Absolar lamenta baixo volume de contratação em Leilão A-4

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) avaliou que o resultado do Leilão A-4, realizado no último dia 28 de junho, foi abaixo das expectativas do setor e da própria necessidade do País. “O montante contratado foi muito baixo em comparação com o número elevadíssimo de projetos participantes do leilão. Apenas duas distribuidoras de energia elétrica contrataram projetos no leilão. Isso ocasionou uma alta competição entre os players, produzindo preços-médios fora dos patamares de referência para a fonte solar fotovoltaica no Brasil”, afirmou o presidente da Absolar, Rodrigo Sauaia.

Ainda segundo Sauaia, a associação afirma ter a informação de que parte dos empreendimentos contratados será de expansão de projetos existentes, o que permitiu um preço menor no certame. “O mercado conta com um volume de contratação muito mais robusto para a fonte solar fotovoltaica no leilão A-6 de 2019, previsto para outubro, quando teremos a real dimensão do patamar de preço da fonte no País”, acrescenta.

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Fontes: ‘https://www.marinha.mil.br/noticias/agencia-da-capitania-dos-portos-em-tramandai-e-pioneira-no-uso-do-sistema-solar’

‘https://www.pv-magazine-latam.com/brasil-noticias/marinha-do-brasil-usa-energia-solar-para-suprir-seu-proprio-consumo-de-eletricidade/’

‘https://www.portalsolar.com.br/blog-solar/energia-solar/marinha-do-brasil-passa-a-utilizar-energia-solar-para-suprir-proprio-consumo-de-eletricidade.html’

‘http://www.absolar.org.br/noticia/noticias-externas/setor-solar-fotovoltaico-lamenta-baixo-volume-de-contratacao-no-leilao-a-4.html’

Fonte da imagem: ‘https://www.marinha.mil.br/sites/default/files/noticias/fotovoltaica.jpg’

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