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A geração distribuída ultrapassou a marca de 525 megawatts (MW) em potência instalada no Brasil. Desse total, os sistemas de mini e microgeração distribuída de energia solar fotovoltaica correspondem por mais de 427 MW, com cerca de 42.500 unidades de geração distribuída, que utilizam os painéis fotovoltaicos para gerar eletricidade através da captação da irradiação solar, instaladas em residências, prédios, comércios e propriedades rurais. As informações são da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

A energia solar fotovoltaica continua como fonte principal na escolha dos minigeradores e microgeradores, tanto em quantidade de sistemas de geração distribuída quanto em potência instalada. Em segundo lugar estão as 59 Centrais Geradoras Hidráulicas (CGHs), com 53 MW de potência, seguidas por usinas térmicas, com 121 conexões e 35 MW, e 57 usinas eólicas, com potência de 10,3 MW. O estado de Minas Gerais continua liderando em potência instalada e quantidade de conexões, com mais de 8.100 unidades geradoras e 138 MW.

Mais energia limpa sem aumentar os custos

É possível aumentar a participação na matriz elétrica brasileira de fontes de energia limpa como a energia solar fotovoltaica, eólica e biomassa sem necessariamente aumentar os custos de produção. É o que aponta o estudo “Custos e Benefícios das Fontes de Geração Elétrica”, realizado pela consultoria PSR a pedido do Instituto Escolhas. O estudo levou em conta os períodos intermitentes na geração de energia limpa e altas súbitas de consumo para estipular um patamar de crescimento na participação dessas fontes no abastecimento de energia elétrica nacional.

De acordo com o estudo, em 2035, o País poderá ter aumentado em até 68% a participação das fontes renováveis de energia em sua matriz energética, em relação ao previsto oficialmente no Plano Decenal de Energia 2026, o que chegaria a representar 44% da capacidade total de produção de energia elétrica. O relatório elenca os custos desde a construção, infraestrutura de transmissão e custo de geração por megawatt-hora para determinar a viabilidade das fontes no sistema elétrico brasileiro.

No caso da energia solar fotovoltaica, a região Nordeste tem custo total de geração menor se comparada à geração na região Sudeste, com R$ 293 frente a R$ 328. Todavia, o preço apenas não é critério para excluir ou adotar uma fonte de energia, já que a estimativa de preço somente é válida se considerada a operação conjunta de todos os tipos de fontes de geração de energia elétrica. Assim, para ampliar as fontes renováveis o estudo aponta que se deve: diminuir o preço aos consumidores; evitar racionamento; evitar falhas no fornecimento; e reduzir a emissão de gases de efeito estufa.

Energia Solar Fotovoltaica SunVolt

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Fontes: ‘http://www2.aneel.gov.br/scg/gd/GD_Fonte.asp’

‘http://www2.aneel.gov.br/scg/gd/GD_Estadual.asp’

‘http://cerne.org.br/geracao-distribuida-alcanca-500-mw-no-brasil/’

‘http://cerne.org.br/e-possivel-elevar-fatia-da-energia-limpa-sem-custo-maior-diz-estudo/’

‘https://www1.folha.uol.com.br/seminariosfolha/2018/10/e-possivel-elevar-fatia-da-energia-limpa-sem-custo-maior-diz-estudo.shtml’

Fonte da imagem: ‘https://pixabay.com/pt/c%C3%A9lulas-solares-solar-fotovoltaica-191688/’

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