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As grandes usinas de geração de energia solar fotovoltaica deverão adicionar aproximadamente 4,1 gigawatts (GW) de capacidade instalada até 2022 no Brasil. Isso é o que revela o mais recente estudo estratégico elaborado e distribuído pela consultoria brasileira Greener, chamado de “Grandes Usinas Solares: Mercado Livre e Leilões”, que também mapeou outorgas de empreendimentos solares, tecnologias de módulos fotovoltaicos, linhas de financiamento e principais consumidores.

Além da previsão da consultoria, há também o prognóstico da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que aponta para um total de quase 15 GW até 2025, montante superior ao apontado pelo Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2029 da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). A maior parte dos empreendimentos apontados pela Aneel são destinados ao Ambiente de Contratação Livre (ACL), sendo somente 1,5 GW destinados ao Ambiente de Contratação Regulada (ACR). Desse total, mais de 13 GW de potência instalada sequer iniciaram as construções das usinas solares.

Usinas fotovoltaicas em operação

O estudo traz informações relevantes sobre as usinas de geração de energia solar fotovoltaica já em operação no País. Uma forte tendência na expansão das usinas centralizadas começou a partir de 2017 e, em dezembro do ano passado, a capacidade instalada registrada era de 3,06 GW. O pico de geração da fonte fotovoltaica centralizada ocorreu no mês de setembro de 2020, com 638,3 megawatts (MW), sendo que 89,5% desse montante foi comercializado no ACR.

Os empreendimentos solares outorgados no Brasil somam 17,9 GW em capacidade solar instalada, sendo que esses projetos ou já estão em operação ou deverão iniciar a produção de eletricidade solar em até três anos. Já os projetos em estágio inicial ou intermediário de desenvolvimento – nos quais considera empreendimentos com Despacho de Requerimento de Outorga – somam 98,9 GW de potência, localizados, principalmente, nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e no estado do Rio Grande do Sul.

Porte dos complexos fotovoltaicos

O levantamento da Greener classifica complexo fotovoltaico como um conjunto de usinas solares compartilhando a mesma infraestrutura de conexão à rede. Neste momento, 47% dos empreendimentos outorgados têm porte superior a 100 MW; e 14% superiores a 300 MW. Um dado interessante é que, em média, os novos empreendimentos fotovoltaicos dobram de tamanho em relação às usinas já em operação.

O ganho de eficiência a partir do incremento da escala tem incentivado os empreendedores de grandes usinas solares a desenvolverem projetos de maior porte, otimizando os investimentos e custos operacionais.

Módulos fotovoltaicos e públicos

Os módulos fotovoltaicos importados estão presentes em quase 90% dos empreendimentos de geração fotovoltaica centralizada. Se levar em consideração somente 2020 e o início deste ano, 97% dos módulos contratados têm origem internacional, conforme destaca o estudo estratégico. Os módulos bifaciais se tornaram padrão, presentes em todos os contratos fechados no ano passado analisados pela Greener.

O setor de metalurgia e produtos de metal segue como principal dentre os consumidores especiais e livres, representando 22,1% do consumo elétrico das usinas solares. Esse setor é seguido pelos: minerais não-metálicos, com 11,2% do consumo; alimentícios, 10%; e madeira, papel e celulose, com 8,7% do total consumido.

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Fonte:

Estudo Estratégico. Grandes Usinas Solares 2021 – Mercado Livre e Regulado. 2021. Disponível em: ‘https://d335luupugsy2.cloudfront.net/cms/files/12882/1616024402Verso_Light_-_Estudo_Estratgico_Grandes_Usinas_Solares_2021.pdf’. Acesso em 23 de março de 2021.

Fonte da imagem: ‘https://pixabay.com/pt/photos/fotovoltaicas-energia-corrente-2799982/’

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