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Os Estados Unidos voltaram oficialmente a integrar o Acordo de Paris. Pouco antes da posse do 46o Presidente dos Estados Unidos, a equipe de Joe Biden já confirmava a assinatura do chefe de estado para reversão de algumas políticas que marcaram o mandato de seu antecessor, Donald Trump. Dentre as principais medidas, o retorno da maior economia mundial ao Acordo de Paris sobre o clima e a anulação da decisão de deixar a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Os EUA tinham saído do tratado sobre o clima no dia 4 de novembro do ano passado. O Acordo de Paris é um tratado que engloba medidas para a redução das emissões de gases poluentes agravantes do efeito estufa, com objetivo de conter o aquecimento global abaixo de 2oC e adotar medidas sustentáveis para os modelos econômicos dos países que fazem parte do acordo.

Em entrevista para a CNN Brasil, a presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CBDES), Marina Grossi, afirmou que as mudanças climáticas exigem respostas e esforços globais. Ela destacou ainda que esse movimento fez com que muitas empresas se comprometessem a zerar suas emissões de carbono até 2050, como parte dos esforços sustentáveis em prol das metas do Acordo de Paris.

"Com o reforço dos Estados Unidos nessa agenda, torna-se ainda mais importante que o Brasil dê sinais no mesmo sentido, como o compromisso com metas de redução do desmatamento ilegal e a implementação de um mercado de carbono efetivo e que contemple o potencial do país", explica Grossi ao comentar como a medida de Biden pode afetar as políticas públicas de meio ambiente no Brasil.

Energia solar recorde nos EUA

Conforme publicação do Portal Solar, dados da agência federal US Energy Information Administration (EIA) apontam que os EUA deverão adicionar um volume recorde de capacidade fotovoltaica de geração centralizada, com o estado do Texas responsável por mais de um quarto do total conectado. A expectativa é a adição de 15,4 gigawatts (GW) de potência fotovoltaica neste ano, superando os 12 GW adicionados em 2020. Para 2022, a previsão é de aumento de 12 GW na capacidade fotovoltaica centralizada.

A EIA ainda estima que a geração distribuída de energia solar fotovoltaica deve acrescentar 4,1 GW nos EUA em 2021. Para 2022, a previsão é de acréscimo de 3 GW fotovoltaicos de geração distribuída. A agência destaca ainda que a rápida expansão da fonte solar fotovoltaica está contribuindo, junto à expansão eólica, para o maior desenvolvimento de instalações de larga escala de armazenamento elétrico através de baterias.

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Fontes: ‘https://www.pv-magazine.com/2021/01/21/biden-recommits-us-to-paris-climate-accord-blocks-keystone-pipeline/’

‘https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/2021/01/21/biden-recoloca-eua-no-acordo-de-paris-como-isso-afeta-o-brasil’

‘https://www.eia.gov/outlooks/steo/report/electricity.php#:~:text=EIA%20forecasts%20that%2015%20GW,3%20GW%20forecast%20for%202022.’

‘https://www.portalsolar.com.br/blog-solar/geracao-solar/em-2021-a-capacidade-instalada-de-geracao-solar-centralizada-dos-eua-podera-atingir-volume-recorde.html’

Fonte da imagem: ‘https://pixabay.com/pt/photos/sistema-fotovoltaico-solar-2742308/’

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