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A geração de energia fotovoltaica foi o tipo de fonte renovável que obteve maior crescimento, segundo relatório da petroleira britânica BP. A geração fotovoltaica cresceu 33% em 2015, e o número mundial de painéis solares gerou um terço a mais de eletricidade do que em 2014.

Esse crescimento foi impulsionado pela China, que superou os Estados Unidos e a Alemanha como maior gerador de energia renovável, segundo o estudo estatístico sobre energia mundial da BP.

Segundo economista da BP, a produção de energia solar aumentou 60 vezes nos últimos dez anos, dobrando a capacidade a cada 20 meses. As reduções acentuadas dos custos têm incentivado o rápido crescimento do segmento de energia renovável. O economista acredita, inclusive, que os custos da geração de energia solar tendem a diminuir ainda mais.

O relatório aponta que o uso das fontes de energia renovável frente ao consumo de energia global teve um salto de 0,8%, há dez anos, para 2,8% em 2015. O setor acrescentou um total de 213 TWh (Terawatt/hora) de capacidade solar, eólica e de biocombustível no ano passado, praticamente o mesmo aumento total na geração de energia global.

Apesar da energia solar fotovoltaica apresentar maior crescimento ainda está atrás da geração eólica. A energia produzida pela força dos ventos permaneceu como maior fonte renovável e apresentou crescimento de 17% em 2015. A produção de biocombustível recuou 0,9%, de uma média de 14% nos últimos dez anos. A maior queda de demanda ficou por conta do carvão.

A taxa de crescimento da energia renovável representou a estagnação das emissões de carbono do setor de energia, que aumentaram 0,1%.

Fontes renováveis são 41% da base energética do Brasil

Fontes de energia renováveis como fotovoltaica, eólica, biocombustíveis (etanol e biodiesel) entre outras foram responsáveis por 41% da oferta interna de energia em 2015 no Brasil, segundo dados da Resenha Energética Brasileira de 2016, documento produzido pelo Ministério de Minas e Energias. Em comparação com 2014, a base energética era de 39,4% da capacidade do país. Esse indicador revela que o país tem mantido o investimento em energia renovável. Para comparação, países desenvolvidos têm, em média, apenas 9,4% de energia renovável nas bases energéticas.

O Brasil leva vantagem em relação à oferta de energia elétrica, com 75,5% de fontes renováveis, enquanto nos países desenvolvidos esse percentual é de 23,1 %. O alto nível de fontes renováveis também coloca o país à frente dos desenvolvidos nos indicadores de emissão de CO2 por unidade de energia consumida: Em tCO2/tep (tonelada equivalente de petróleo), o indicador do Brasil é de 1,56, contra 2,25 nos países desenvolvidos, e de 2,35 na média mundial.

 

Fontes:

http://www.diarioimobiliario.pt/Actualidade/Sustentabilidade/Energia-solar-e-a-fonte-renovavel-que-mais-rapido-cresce

http://oglobo.globo.com/economia/energia-solar-a-fonte-que-cresce-mais-rapido-informa-petroleira-bp-19467387

http://www.brasil.gov.br/infraestrutura/2016/06/brasil-registra-41-de-energias-renovaveis-em-2015

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