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As emissões globais de dióxido de carbono (CO2) do setor energético estão estagnadas desde 2019. Isso foi o que revelou o relatório anual da Agência Internacional de Energia (IEA), no qual aponta que, entre 2018 e 2019, as emissões de CO2 permaneceram estáveis no setor energético, com emissão de 33,3 bilhões de toneladas do gás poluente. A revelação surpreende devido ao crescimento econômico mundial de 2,9% no ano passado, o que, normalmente, levaria a um crescimento também das emissões de gases de efeito estufa.

Conforme informações divulgadas pelo Portal Solar, Super Interessante e Época Negócios, os países desenvolvidos, como Estados Unidos e os países europeus, foram responsáveis pela redução de 400 milhões de toneladas de CO2 emitidos na atmosfera. As nações desenvolvidas investiram pesado em fontes renováveis de energia nos últimos anos, como geração de energia solar fotovoltaica e eólica, o que supriu a necessidade energética frente ao crescimento desses países. Todavia, o volume de emissões de CO2 cresceu entre os emergentes em cerca de 400 milhões de toneladas, o que impediu a diminuição global de emissões de poluentes pelo setor energético.

Para a secretária-executiva da Convenção do Clima das Organizações das Nações Unidas (ONU), Patrícia Espinosa, o anúncio da IEA é uma ótima notícia. "Isso demonstra que a transição para energia limpa começou", disse. "Agora precisamos urgentemente acelerar a transição para atingir as metas de temperatura do acordo do clima de Paris”, publicou Espinosa em seu Twitter. Conforme a IEA, a estabilização é primordial para conter as mudanças climáticas, todavia, ainda será preciso mais ações para reduzir as emissões de CO2 e conter o aquecimento global em um acréscimo de até 2°C.

Em 2008, durante a crise econômica, a emissão mundial de CO2 registrou queda causada pela diminuição da produção global em meio à recessão. Porém, no caso de 2019, o Produto Interno Bruto (PIB) mundial registrou crescimento sem que as emissões de gases poluentes o acompanhassem. "Agora precisamos trabalhar duro para certificar que 2019 seja lembrado como pico definitivo nas emissões globais, e não só mais uma pausa no crescimento [das emissões de CO2]”, ressaltou o diretor-executivo do IEA, Faith Birol. "Esse freio nas emissões é bem-vindo e sustenta um otimismo de que possamos lidar com a mudança climática nesta década”, concluiu.

Emergentes

Com a crescente demanda por energia elétrica na China e Índia, o futuro das emissões de CO2 vai depender diretamente de como esses emergentes vão suprir suas demandas energéticas nos próximos anos. Ambos têm apostado na geração de energia solar fotovoltaica e expandido a fonte em suas matrizes elétricas para suprir a crescente demanda, com os chineses liderando a expansão fotovoltaica nos últimos anos.

Já o Brasil deu um grande salto em geração de energia eólica nos últimos anos. Entretanto, quando se refere à geração fotovoltaica, o País ainda está muito atrasado na adoção da fonte renovável de energia se comparado às principais potências investidoras de energia solar, o que poderia colocar o Brasil em uma situação privilegiada na questão energética.

Energia Solar Fotovoltaica SunVolt

A fonte solar fotovoltaica é uma grande aliada no combate às emissões globais de CO2. A energia solar é 100% sustentável, pois não emite poluentes na atmosfera. Além da questão ambiental, a energia solar também permite geração elétrica de maneira descentralizada, ou seja, o consumidor pode ter o próprio sistema fotovoltaico e gerar a sua energia elétrica, diminuindo a sua pegada de carbono – medida que calcula a emissão de carbono na atmosfera por uma pessoa, empresa, atividade, governo, entre outras.

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Fontes: ‘https://www.portalsolar.com.br/blog-solar/energia-renovavel/emissoes-globais-de-co2-do-setor-energetico-permanece-estavel.html’

‘https://super.abril.com.br/ciencia/emissoes-de-co2-pararam-de-aumentar-em-2019/’

‘https://epocanegocios.globo.com/Mundo/noticia/2020/02/emissoes-globais-de-co2-do-setor-energetico-se-estabilizaram-em-2019.html’

‘https://www.canalenergia.com.br/noticias/53126537/aie-emissoes-em-energia-ficaram-inalteradas-em-2019’

Fonte da imagem: ‘https://www.wochenblatt-dlv.de/media/styles/ah_bildergalerie_standalone_5x4/public/2019-11/photovoltaik-strom.jpeg?itok=3FdizyKu’

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