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O surto do novo coronavírus pode impactar a expansão fotovoltaica mundial neste primeiro semestre de 2020. Caso a paralisação de algumas fábricas de equipamentos fotovoltaicos na China se estenda por um período mais longo, há o risco da falta desses equipamentos essenciais para geração de energia solar fotovoltaica em território chinês e em outros países. De acordo com informações do site Bloomberg, o aumento de casos da doença fez com que fabricantes como a Trina Solar atrasassem suas produções, enquanto outras suspenderam totalmente a fabricação.

Segundo o chefe de análise na Ásia da BloombergNEF, Ali Izadi-Najafabadi, as perspectivas para instalações fotovoltaicas neste ano devem ser impactadas pelo coronavírus. “Se o surto de vírus durar além do primeiro trimestre e se espalhar para mais regiões, como está acontecendo atualmente na Coreia e Itália, isso pode muito bem desacelerar a implantação global de energia renovável”, afirmou. Apesar da China retomar aos poucos as operações, após um longo período de paralisação para conter a propagação do vírus, muitas fábricas ainda não estão em plena capacidade devido à falta de matéria-prima e de funcionários.

O impacto nas empresas verdes permanece administrável, por enquanto, e restrito apenas às áreas onde o surto teve início. A fabricante de módulos fotovoltaicos LONGi Green Energy Technology afirmou que não vê impacto significativo nas vendas e mantém a produção inalterada. Ainda assim, a importância da China nas cadeias globais de fornecimento de equipamentos para geração de energia solar fotovoltaica cria um alerta ao setor caso o coronavírus continue a se espalhar pelo mundo. Dos 10 maiores fabricantes de painéis solares do mundo, nove deles estão em solo chinês, enquanto outro é da Coreia do Sul.

Analistas reduziram suas projeções para no máximo 43 gigawatts (GW) fotovoltaicos adicionados neste ano, frente a previsões anteriores de 45 GW. A mais pessimista, porém, estima adição de 31 GW em comparação a pelo menos 37 GW estimados antes do surto de coronavírus.

Fabricante chinesa no Brasil

Recentemente, como já noticiamos aqui no blog, a fabricante chinesa de módulos de energia solar BYD, com fábrica em Campinas, interior de São Paulo, aumentou sua produção local de equipamentos fotovoltaicos. A companhia também enviou pacotes de doações de acessórios médicos ao país oriental para ajudar no combate ao coronavírus. A empresa acabou com os estoques locais de máscaras e ainda deverá fazer novos envios de produtos para ajudar a população chinesa.

Por enquanto, ainda não se sabe se a produção local de equipamentos fotovoltaicos terá algum tipo de impacto caso o surto continue a avançar, pois parte dos insumos para a produção dos módulos ainda vem da China.

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Somente um fato inesperado como o surto de coronavírus na China pode ser capaz de diminuir a expansão fotovoltaica pelo mundo.

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Fontes: ‘https://br.noticias.yahoo.com/coronav%C3%ADrus-come%C3%A7a-atrasar-revolu%C3%A7%C3%A3o-global-120523484.html’

‘https://economia.uol.com.br/noticias/bloomberg/2020/02/27/coronavirus-comeca-a-atrasar-revolucao-global-de-energia-solar.htm’

‘https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/editorias/negocios/coronavirus-pode-impactar-industria-de-geracao-solar-neste-semestre-1.2214097’

‘https://exame.abril.com.br/negocios/empresas-chinesas-no-brasil-fazem-doacoes-contra-coronavirus/’

Fonte da imagem: ‘https://envolverde.cartacapital.com.br/wp-content/uploads/byd-campinas-china.jpg’

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