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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai ampliar as suas linhas de crédito destinadas ao financiamento de projetos de geração de energia solar fotovoltaica. O banco de fomento negocia a ampliação do crédito após a alta procura pela modalidade de financiamento. Recentemente, o BNDES suspendeu um dos financiamentos destinados a sistemas de microgeração através de painéis fotovoltaicos pois os recursos terminaram em apenas 45 dias. As informações são do jornal Estadão.

Está previsto ainda para este mês o lançamento da linha Finame Energias Renováveis, uma das ofertas de crédito voltadas a empresas, com orçamento previsto de cerca de R$ 1 bilhão. O BNDES negocia a liberação de mais de R$ 280 milhões do Fundo Clima, para o financiamento de sistemas fotovoltaicos para pessoas físicas. De acordo com o diretor de Infraestrutura do BNDES, Marco Ferrari, o banco vai “dobrar a aposta na área solar”. A instituição anunciou no início de julho a nova linha de financiamento dedicada à geração de energia solar fotovoltaica residencial através de sistemas de microgeração distribuída.

O presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia, afirmou que a ampliação do crédito é fundamental para o crescimento da fonte solar no País, pois o custo do investimento inicial da instalação do sistema fotovoltaico inibe a demanda de pessoas físicas e pequenas empresa. Segundo Sauaia, após a instalação do sistema de microgeração solar distribuída, o gasto com a conta de luz tem queda acentuada, fazendo com que a própria economia gerada pelas placas solares pague as parcelas do financiamento.

Por isso, a associação havia celebrado quando o banco de fomento anunciou a mudança nas regras do Fundo Clima para aceitar também pedidos de crédito por pessoas físicas. Todavia, em apenas 45 dias, o BNDES recebeu 130 pedidos e foi obrigado a suspender a chegada de novos projetos até que consiga a liberação de mais fundos para a linha de crédito para energia solar.

O setor fotovoltaico tem apresentado um grande crescimento em todo o mundo, principalmente devido ao barateamento dos painéis solares e equipamentos fotovoltaicos em geral, consequentemente, a fonte solar fotovoltaica corresponde por cerca de 99% dos sistemas de microgeração distribuída em todo o Brasil. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de junho de 2013 a junto deste ano, o número de conexões de geração distribuída passou de apenas 23 unidades para 30.900, e em agosto, já somam mais de 36 mil microusinas geradoras de energia solar fotovoltaica.

Fundo Clima

A linha de crédito Fundo Clima é do Ministério do Meio Ambiente (MMA), que define o orçamento, mas com recursos geridos pela instituição bancária. De acordo com Ferrari, os valores destinados ao programa de financiamento de sistemas fotovoltaicos são sobras do orçamento de anos anteriores. Por isso, o BNDES tenta a liberação de R$ 280 milhões de orçamento para este ano na linha destina a pessoas físicas.

As negociações estão avançadas e as condições de empréstimo deve seguir as mesmas regras já anunciadas em junho, com taxa de juros de 4,03% a 4,55% - já incluso a remuneração do agente repassador –, carência de três a 24 meses e prazo total de pagamento de 12 anos. A única diferença é que a linha Fundo Clima será exclusiva para pessoas físicas, logo, o banco visa evitar competição com empresas, podendo ampliar o número de pessoas atendidas. Dos 130 pedidos anteriores a divisão das linhas de financiamento, 26 foram de pessoas físicas.

Na estimativa do BNDES, se todo o orçamento estiver disponível – tanto para pessoa física quanto para pessoa jurídica –, a oferta de crédito será suficiente para instalar de 320 a 350 megawatts (MW) de capacidade fotovoltaica, o bastante para abastecer até 300 mil residências.

Microgeração de energia solar

Na modalidade de microgeração, o consumidor pode instalar um sistema fotovoltaico na própria residência e gerar energia elétrica renovável através da captação da irradiação solar pelas placas fotovoltaicas instaladas no telhado. A energia elétrica produzia é utilizada imediatamente, e a eletricidade que não é usada é injetada na rede de transmissão, transformando-se em créditos junto à distribuidora de energia local, que são abatidos das contas de luz posteriores.

Essa modalidade de geração de energia elétrica tem chamado a atenção de muitos brasileiros por ser altamente vantajosa e trazer economia nas contas de luz em casas, empresas e áreas rurais.

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Fontes: ‘https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,bndes-vai-lancar-financiamento-de-energia-renovavel-para-empresas,70002468422’

‘https://epocanegocios.globo.com/Brasil/noticia/2018/08/epoca-negocios-bndes-vai-ampliar-linha-de-credito-para-energia-solar.html’

‘https://www.gazetadopovo.com.br/economia/bndes-vai-destinar-r-208-milhoes-para-financiar-energia-solar-para-pessoa-fisica-0qdap8e0kav66nn5hjnuxs3x5’

‘https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2018/08/23/internas_economia,701431/bndes-vai-ampliar-linha-de-credito-para-energia-solar.shtml’

‘http://www2.aneel.gov.br/scg/gd/GD_Fonte.asp’

Fonte da imagem: ‘https://www.nlc.org/sites/default/files/field/image/solar_panel_housing.jpg’

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